Michael Joe Jackson Nós Te Amamos!

Nós Te Amamos!

Como Michael quase perdeu o seu catálogo.


Créditos: Alone e Bia_Kawaii no Fórum MJ DREAMER. Beijos Marila Hoppe

Como Michael Jackson quase perdeu seu premiado catálogo musical – Parte 1

Como Michael Jackson quase perdeu seu premiado catálogo musical – Parte1

Pesquisado por Alone e traduzido por Bia_Kawaii exclusivamente para o MJ Dreamer

Da série Wrap: A emaranhada teia de finanças de Michael Jackson e seus tumultuados 30 anos de negociações com o super advogado que agora governa sua propriedade – a primeira de cinco partes.

Ninguém disse que o círculo íntimo de decisão de Michael Jackson seria um moonwalk.

Apenas um ano e meio depois de sua morte, o advogado John G. Branca está prestes a supervisionar o lançamento de um álbum póstumo, em 14 de dezembro, sob um acordo 250 milhões de dólares para a nova propriedade. E como um impedimento, ele conseguiu renegociar um empréstimo bancário massivo de 300 milhões de dólares deixado por Jackson, que estava previsto para este mês também.

Mas será que Branca, que tinha a mão em quase todos os movimentos financeiros e carreiras mais brilhantes de MJ, sempre teve os melhores interesses para o seu cliente do coração? De acordo com documentos obtidos pela TheWrap, o advogado tentou ajudar ao longo do acordo que teria desprovido Jackson do catálogo de músicas que ele guardou com tanto cuidado – o que tornou Branca consideravelmente mais rico.

Branca nunca abraçou o centro das atenções. Mas, em uma investigação de meses de duração que incluiu documentos secretos e duas dúzias de entrevistas – uma com o próprio Branca – TheWrap revela a complicada relação entre o cantor e o advogado que Jackson contratou pela última vez, dentro da semana de sua morte.

Neste curto final de mandato, Branca ficou permanentemente encarregado de um dos legados musicais mais importantes de nosso tempo.

Branca, e a sua relação de montanha-russa com Jackson se desdobra ao longo de 30 anos de contratação e re-contratação. É pontuada por momentos de brilhantismo, como quando o advogado orquestrado de Jackson comprou o catálogo de música dos Beatles, ATV Music, talvez o negócio mais importante da vida de Jackson.

Mas alguns podem concluir que definitivamente Branca não é um herói. Uma proposta em 2003, de que ele teria vendido os interesses de Jackson no catálogo dos Beatles e da Mijac para o banco de investimento Goldman Sachs, levam algumas pessoas a questionar o papel de Branca nos assuntos de Jackson.

De qualquer forma, sua importância na constelação do firmamento de Michael Jackson não pode ser descartada. O lançamento no dia do primeiro álbum póstumo de Michael Jackson vem na esteira de recordes sem precedentes de 275 milhões de dólares no ano desde que Michael Jackson morreu. Segundo a revista Forbes, a soma encabeçou a lista do ano de lucros póstumos do cantor.

Porém neste verão, Branca ficou preocupado com o enorme empréstimo bancário de Michael Jackson, de 300 milhões de dólares do gigante banco britânico “Barclays” em relação à preciosidade do espólio – pouco interesse da “Sony / ATV Music Publishing”.

No núcleo da Sony / ATV, é invejável a coleção de direitos de canções de nomes como Elvis, Bob Dylan e Eminem e pode ser encontrada no catálogo canções dos Beatles, um tesouro musical do século 20 que Branca notoriamente conseguiu para Jackson, por si só, sem rodeios.

Hoje, a Sony / ATV, que é co-proprietária da Sony, vale pelo menos $ 1,6 bilhão, um valor substancialmente atribuído aos Beatles.

A data limite para o gigantesco empréstimo apareceu este mês, e perdê-lo poderia ter significado um relaxamento de controle da propriedade sobre a metade da Sony / ATV. Mas Branca “venceu o relógio” por meses, arranjando para refinanciar o empréstimo em setembro, através dos serviços suíços financeiros da gigante UBS.

Tradução da foto: Estas assinaturas de Michael Jackson batem?

À esquerda, Jackson assina a demissão de John Branca em Fevereiro de 2003; seis meses depois de Branca sair de cena, Jackson autoriza administradores a emprestar 35 milhões de dólares para o Bank of America. Os garranchos são claramente diferentes. Foram as drogas, coincidência ou trapaça? Ninguém no campo de Jackson comentaria…

Branca teve um prévio encontro com as canções e as dívidas. De 2003 a 2004, praticamente a mesma crise financeira – quase US $ 300 milhões em dívida, com as canções em jogo – foi recebido com uma iniciativa importante não liderados por Branca, mas por um poderoso elenco que incluía o “Wall Street-savvy Goldman Sachs”, o veterano empresário musical Charles Koppelman e um empresário da Flórida perseguido por máfias suspeitas, Alvin Malnik (foto abaixo, com Jackson).

Um esconderijo de documentos confidenciais de um episódio de sete anos, na qual uma cópia foi fornecida por um membro do grupo – revela um olhar intrigante dentro do esforço de longo alcance, que há muito tem sido objeto de fascínio da mídia e baseados na Internet teóricos da conspiração.

Os documentos que revelam novos detalhes vão desde materiais de confiança a registros de empréstimos, e documentos sobre aspectos das relações de Jackson com a Sony, onde sua carreira musical estava ancorada.
Nos documentos, a Instituição financeira Goldman’s começou propondo um empreendimento para colocar Jackson como o “Bill Gates da indústria da música” e descreveu não somente como os U$ 300 milhões poderiam ser quitados, mas também detalhou como o assediado astro poderia ficar com talvez U$ 1,3 bilhão sobre a negociação e ficar ainda mais rico. Mas só se ele (Michael) vendesse a Sony/ATV e o catálogo de sucessos do próprio Jackson pela MiJac. Segundo os documentos secretos, a Goldman estava até mesmo preparada pra “arrastar” Jackson junto em um acordo para vendê-los.

Como a proposta evoluiu por mais de 1 ano e com um ponto muito negativo, que Jackson perderia suas canções, e isso era algo que se manteve claramente óbvio para Branca.
Mais do que ninguém Branca sabia que possuir as músicas era uma das paixões de seu cliente, e que o cantor se preocupava intensamente com a possibilidade delas escorregarem de suas mãos e vir a perdê-las. Então por que Branca trabalhou tão duro, como os arquivos parecem mostrar, por um resultado tão temido pelo seu cliente (Michael)? De acordo com o empresário Malnik, Branca receberia U$ 17 milhões das negociações com a Goldman.

Em Julho de 2003, em papel timbrado de sua empresa, Branca colocou a Goldman a observação de que em última análise deve assegurar as obrigações em curso de Jackson, incluindo o pagamento direto dos 5% à empresa se a proposta avançasse. Mas o negócio Goldman não foi além do papel o qual estava escrito. Foi afundado por Jackson. Em um comunicado, a “Goldman Sachs” confirmou que eles estavam em negociação: “Anos atrás a “GS Capital Partners” estava envolvida em negociação com assessores de Jackson, quando eles estavam tentando gerar liquidez em circunstâncias difíceis. Na época estávamos interessados em adquirir o espólio de músicas, e essa foi uma das muitas ofertas que procuramos.”

O Banco não quis comentar especificamente sobre seu planejamento para “arrastar” Michael em uma transação e concluiu: “Nós finalmente decidimos não prosseguir com a aquisição deste espólio”.

Quanto a Branca, no momento que o acordo se desfez, ele foi demitido. E não foi a primeira vez. Michael já tinha demitido John Branca outras vezes. E em Junho de 2009, após uma semana da morte de Michael Jackson, Branca foi nomeado pelo cantor a ser o administrador de seu legado. Assim voltando a lidar com os assuntos de Michael após 3 anos afastado.

Seis dias após a morte de Michael, tendo falado com ele apenas uma vez em 3 anos, ele juntamente com um amigo de longa data da família Jackson John McClain, surgiram como administradores do legado de Michael.

Fonte: The Wrap

Fonte: Alone e Bia_Kawaii em http://mjdreamer.ativoforum.com/noticias-this-is-it-f1/como-michael-jackson-quase-perdeu-seu-premiado-catalogo-musical-parte-1-t938.htm

Minha consideração:

Como eu falei eu iria pesquisar mais coisas sobre o catálogo do Michael e achei essa matéria muito boa do forum MJ DREAMER, bem pelo que deu a entender, ele quase perdeu o catálogo, então quer dizer que ele não perdeu, porque apenas ficou no quase, então ele ainda é dono do catálogo. Ainda bem que existem vários fãs que pesquisam e a gente trás a notícia aqui para informar aos demais fãs, porque gosto de dividir com vocês. Alone e Bia_Kawaii estão de parabéns por essa ótima matéria que traduziram. Quanto a assinatura elas parecem iguais ou não? Ambas assinaturas parecem ser diferentes sim, aliás, elas são diferentes. Não esqueçam também que Michael é dono da metade da Sony, e o pai dele que afirmou isso no programa do Faustão. Eu ainda sou uma BELIEVE. Beijos Marila Hoppe


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15/12/2010 - Posted by | Uncategorized

4 Comentários »

  1. Eu tinha ficado triste pois tinha entendido que ele tinha perdido o catálogo. Obrigada Marila BJSSSSSSSSSSSSS

    Comentário por Enia | 16/12/2010 | Responder

    • Enia por nada, mas parece que eles pagaram a divida em setembro e ele não perdeu, mas hoje eu vou ver se o pessoal do fórum me diz algo, mas parece que ele quase perdeu, sendo assim ele não perdeu o catálogo.

      Comentário por marilahoppe | 16/12/2010 | Responder

  2. O Fórum MJ Dreamer não permite a reprodução de seus textos/traduções em outros sites.

    Comentário por Ana Paula | 05/12/2012 | Responder

    • Ana Paula

      Eu não sabia disso, eu quis repassar a notícia e coloquei os devidos créditos ao fórum e inclusive o endereço dele, não sabia mesmo, desculpa por isso. Um ótimo final de semana! Abraços Marila Hoppe

      Comentário por marilahoppe | 08/12/2012 | Responder


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